quinta-feira, 30 de junho de 2011

Administração - Os Tipos de Departamentalização - Parte 2

DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
Este tipo de departamentalização faz uma abordagem divisional, que envolve a diferenciação e o agrupamento das atividades de acordo com a localização geográfica onde o trabalho será desempenhado, ou uma área de mercado a ser servida pela organização.
Este tipo de departamentalização é indicado para organizações de larga escala, que geralmente é utilizada por organizações que cobrem grandes áreas geográficas e cujos mercados são extensos, como por exemplo, as empresas transnacionais que emprega este tipo de estrutura para as suas operações fora do país onde estão sediadas.
Esta estrutura é mais indicada nas áreas de produção e vendas e as demais áreas da organização tornam-se secundárias, a área financeira é pouco utilizada porque nem sempre é permitida a descentralização.

VANTAGENS
  • Este tipo de estratégia é muito útil quando as situações externas favorecem a organização, pois permite, sem problemas, a adaptação às condições e necessidades da região em que está situada.
  • Como cada departamento opera em um território como se fosse uma organização independente, o administrador de cada departamento pode tomar suas próprias decisões de acordo com as diferenças territoriais.
  • A organização é mais voltada para o seu ambiente territorial e para o seu mercado, do que para seus aspectos internos, tendo em vista uma melhor avaliação e percepção dos mercados e produtos e serviços para melhor atender cada área.
DESVANTAGENS
  • O enfoque territorial tende a deixar para segundo plano a coordenação entre os departamentos, prejudicando de certa forma o comportamento global da empresa, em relação ao nível de autonomia e liberdade oferecido às filiais, o que pode ocorrer um desequilíbrio de poder dentro da organização, pois as áreas da empresa que forem geograficamente mais amplas, poderão ter a seu favor um grande potencial para discutir certas decisões importantes.
  • Os sistemas internos precisam ser organizados de diferentes maneiras para servir os diferentes segmentos territoriais de mercado, o que torna a administração complexa.
  • Cada departamento possui seus próprios recursos, com isso ocorre uma duplicidade de esforços e recursos (pessoas, instalações e equipamentos), o que provoca maiores investimentos e custos operacionais.

DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR CLIENTES
É a organização que faz uma abordagem divisional, envolve a diferenciação e o agrupamento das atividades de acordo com o tipo de cliente ou mercado para quem o produto ou serviço é realizado.
As diferentes características e necessidades dos clientes, como idade, nível sócio-econômico e hábitos de compra, constituem a base para essa estrutura onde a ênfase é no consumidor do produto ou serviço oferecido pela organização, para que este seja atendido da melhor forma possível. O produto ou serviço deve ser adaptado e ajustado ao ciente e às suas necessidades.
VANTAGENS
  • A focalização é exclusivamente no cliente, com isso as necessidades de cada tipo de cliente são mais bem atendidas.
  • A focalização externa na clientela torna a organização mais atenta para as mudanças das necessidades e preferências dos clientes, característica que não ocorre na estrutura funcional.
  • As decisões internas são rapidamente tomadas através do retorno proporcionado pelos clientes. Devido a isso, uma linha deficiente de determinado produto é facilmente percebida.
DESVANTAGENS
  • Ocorre duplicidade de esforços e recursos, o que provoca maiores investimentos e custos operacionais.
  • Os sistemas internos precisam ser organizados de diferentes maneiras para servir os diferentes segmentos de cliente, o que torna a administração mais complexa.
  • As demais atividades e objetivos da organização, por exemplo, produtividade e eficiência, podem tornar-se secundários, devido à preocupação exclusiva pelo cliente.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Administração - Os Tipos de Departamentalização - Parte 1

ABORDAGEM FUNCIONAL

É a organização que cria departamentos formados por pessoas especialistas em uma determinada função.
DEPARTAMENTALIZAÇÃO FUNCIONAL
Na departamentalização funcional os departamentos criados são formados por pessoas que possuem habilidades e conhecimentos similares e que participam de atividades e tarefas comuns dentro do processo de trabalho.
Dentro de cada departamento, as pessoas são responsáveis por um processo especifico de sua função especializada.
Como os departamentos são formados de acordo com a principal função especializada, as principais áreas adotadas são: produção, vendas e finanças, podendo também ser acompanhado de outras áreas como recursos humanos. Este tipo de departamentalização é o mais comum nas organizações.
A departamentalização funcional é mais indicada em casos de estabilidade e de poucas mudanças, que requeiram desempenho continuado em que as atividades das áreas sejam bastante repetitivas e especializadas onde permaneçam inalterados por longo tempo.
A departamentalização funcional pode também ser denominada de departamentalização pelo uso de recursos organizacionais ou estrutura funcional.
VANTAGENS
  • Melhora a coordenação intradepartamental, que é a facilidade de contatos e comunicações dentro de um mesmo departamento, pois existe um compartilhamento de um mesmo conhecimento técnico.
  • Incentiva à especialização técnica, pois estabelece carreiras para os especialistas dentro de sua área de especialização, supervisionando-os por meio de pessoas de sua própria especialidade.
  • Orienta as pessoas para uma específica atividade, concentrando sua capacidade de maneira eficaz, garantindo o máximo de utilização das habilidades técnicas, simplificando o treinamento do pessoal.
  • Ocorre uma redução de custos, devido ao trabalho em um mesmo tipo de tarefa em conjunto.
DESVANTAGENS
  • A cooperação e comunicação interdepartamental, que é o contado e comunicação entre diferentes departamentos, é reduzida, em decorrência do isolamento em relação aos outros departamentos, pois cada departamento funcional possui seus próprios objetivos e prioridades. Com isso, sob pressão, criam-se diversas barreiras e conflitos entre os outros departamentos. Também geram limitações de autoridade e tomadas de decisões dos administradores.
  • Dificulta a adaptação e flexibilidade a mudanças externas, pois a abordagem é interna e não visualiza o que acontece no ambiente externo da organização ou de outro departamento. É inadequada quando a tecnologia e as circunstâncias externas são mutáveis ou imprevisíveis.
  • Devido à focalização interna de cada departamento e não sobre os objetivos globais da organização, existe uma carência de estruturas próprias de coordenação do andamento do trabalho, levando os problemas de coordenação para os níveis mais elevados da organização.
  • A estrutura funcional tende a ser muito burocratizada, o que requer uma estrutura administrativa mais elaborada, com um número maior de níveis hierárquicos.


ABORDAGEM DIVISIONAL

É a organização que cria departamentos que são formados por um agrupamento de divisões separadas que são auto-suficientes para produzir um produto ou serviço ou parte dele, de acordo com os resultados organizacionais.
A estrutura divisional é a mais indicada em organizações que produzem diferentes produtos ou serviços para diferentes mercados e clientes, pois cada divisão focaliza um mercado ou cliente independente.
Dentro de abordagem divisional existem variantes, que servem para alcançar diferentes resultados esperados de uma organização. Essas estruturas variantes se baseiam em:
  • Produtos ou serviços;
  • Localização Geográfica;
  • Clientes;
  • Fases dos Processos;
  • Projetos.

DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PRODUTOS OU SERVIÇOS
Este tipo de departamentalização faz uma abordagem divisional, que envolve a diferenciação e o agrupamento das atividades e tarefas de acordo com os produtos ou serviços realizados, ou seja, os resultados esperados da empresa.
A divisão do trabalho é feita por linhas de produtos ou de serviços, que se desempenham em todas as funções necessárias para a realização do produto ou serviço.
Todos as principais atividades e tarefas, similares ou não, relacionadas com um produto ou serviço são reunidos e alocados em um específico departamento no sentido de coordenar as atividades requeridas para cada tipo de resultado.
A estrutura divisional por produtos ou serviços é muito encontrada em empresas de larga escala. Esta estrutura permite que a administração de topo delegue autoridade sobre funções relacionadas a um determinado produto ou serviço, dentro de um grau de responsabilidade para cada administrador.
A departamentalização por produtos ou serviços é indicada para circunstâncias ambientais instáveis e mutáveis, pois induz à cooperação e coordenação entre especialistas, atividades e tarefas, para um melhor desempenho do produto ou serviço.

VANTAGENS
  • A responsabilidade é totalmente imposta ao nível de cada divisão dos departamentos para cada produto ou serviço, ou seja, o administrador no cargo de chefia de cada departamento é responsável pelo seu produto ou serviço.
  • Facilita a coordenação interdepartamental, uma vez que a preocupação básica é o produto e as diversas atividades departamentais tornam-se secundárias.
  • Melhorias na qualidade e facilidade de inovações, já que a concentração é em um único produto ou serviço, cada departamento produz com melhor qualidade ou mais inovação comparado-se a um departamento que produz diversos produtos.
  • Permite flexibilidade, pois as unidades de produção podem ser maiores ou menores, conforme as condições mudem, sem interferir na estrutura organizacional como um todo.  O foco desse tipo de estrutura é predominante sobre os produtos e não sobre a sua estrutura organizacional interna.
  • As tomadas de decisões são mais independentes e pode-se responder melhor aos requisitos e necessidades do cliente. A administração torna-se mais ampla, gerando assim oportunidades de promoções dentro da organização.
DESVANTAGENS
  • Trazem elevados custos operacionais em situações que existe estabilidade ambiental e em organizações com poucos produtos diferentes ou linhas reduzidas de produtos.
  • Ocorre redução nas oportunidades de carreira, pois a experiência profissional é limitada a uma única linha de produção, causando limitação no mercado de trabalho.
  • Existe uma dificuldade na busca e/ou pedido de um determinado produto ou serviço, pois a distribuição é especializada em cada departamento.
  • Demora no reconhecimento de melhorias, modificações ou eliminações de produtos ou serviços, pois cada departamento é responsável pela defesa de seus produtos e serviços e de seus próprios objetivos divisionais.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ideia de "Porta-trecos"

A ideia é mt boa, são vidros, daqueles que jogamos fora quase sempre, pendurados em em pedaço de madeira e presos por braçadeiras, que facilmente encontramos em lojas de material de construção.


Acho que dá para fazer um porta temperos tb, se conservamos as tampas dos vidrinhos.


 Fonte: http://colunas.casaejardim.globo.com/laemcasa/category/parede/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Direito Administrativo - Centralização e Descentralização

 Estado tem como função primordial o oferecimento de utilidades aos administrados, não se justificando sua atuação senão no interesse público. Assim, entende-se que todas as vezes que o Estado atua, o faz porque à coletividade deve atender.
No início dos estudos sobre o Direito Administrativo havia o entendimento de que os serviços público eram poderes estatais (e não deveres), que independiam da vontade ou da necessidade do cidadão ou do residente de um determinado local.
Esta idéia inicial foi superada com o surgimento da Escola Francesa do Serviço Público, capitaneada por Léon Duguit, quando se passou a entender serviço público como serviços prestados aos administrados.
O Estado, por seus diversos órgãos e nos diversos níveis da federação, estará prestando serviço porEXECUÇÃO DIRETA quando, dentro de sua estrutura administrativa -ministérios, secretarias, departamentos, delegacias -, for o titular do serviço e o seu executor. Assim, o ente federativo, será tanto o titular do serviço, quando o prestador do mesmo. Esses órgãos formam o que a doutrina chama de ADMINISTRAÇÃO CENTRALIZADA, porque é o próprio Estado que, nesses casos, centraliza a atividade.
O professor CARVALHO DOS SANTOS, em sua obra já citada (pg. 229), conclui:
" O Decr.-lei n° 200/67, que implantou a reforma administrativa federal, denominou esse grupamento de órgãos de administração direta (art. 4°, I), isso porque o Estado, na função de administrar, assumirá diretamente seus encargos." (GN)
Por outro lado, identifica-se a EXECUÇÃO INDIRETA quando os serviços são prestados por pessoas diversas das entidades formadoras da federação.
Ainda que prestados por terceiros, insisto, o Estado não poderá nunca abdicar do controle sobre os serviços públicos, afinal, quem teve o poder jurídico de transferir atividades deve suportar, de algum modo, as conseqüências do fato.
Essa execução indireta, quando os serviços públicos são prestados por terceiros sob o controle e a fiscalização do ente titular, é conhecido na doutrina como DESCENTRALIZAÇÃO.
Leciona o Professor CELSO ANTÔNIO BANDEIRA DE MELLO que:
" Diz-se que a atividade é descentralizada quando é exercida, ..., por pessoas distintas do Estado.
...
          Na descentralização o Estado atua indiretamente, pois o faz através de outras pessoas, seres juridicamente distintos dele, ainda quando sejam criaturas suas e por isso mesmo se constituam, ..., em parcelas personalizadas da totalidade do aparelho administrativo estatal."
(CELSO ANTÔNIO BANDEIRA DE MELLO, Curso de Direto Administrativo, São Paulo, Ed. Malheiros, 10 ed., 1998, pg. 96)
Visualizado o conceito de descentralização da prestação dos serviços públicos, há que destacar os modelos de descentralização adotados pela doutrina pátria.
Não há, pelos doutrinadores, uniformidade na classificação das subespécies de descentralização.
Entretanto, tenho por mais didática a apresentação feita pela Professora MARIA SYLVIA ZANELA DI PIETRO, em seu Direito Administrativo, São Paulo, Ed. Atlas, 1997, 8° ed. Pg. 296 e ss.
Em seu curso, a professora MARIA SYLVIA divide a descentralização inicialmente em política e administrativa.
descentralização política ocorre quando o ente descentralizado exerce atribuições próprias que não decorrem do ente central. Tema que já foi abordado supra, a descentralização política decorre diretamente da constituição (o fundamento de validade é o texto constitucional) e independe da manifestação do ente central (União).
Já a descentralização administrativa ocorre quando o ente descentralizado exerce atribuições que decorrem do ente central, que empresta sua competência administrativa constitucional a um dos entes da federação tais como os Estados-Membros, os municípios e o Distrito Federal, para a consecução dos serviços públicos.
Assim, entende-se que na descentralização administrativa, os entes descentralizados têm capacidade para gerir os seus próprios "negócios", mas com subordinação a leis postas pelo ente central
descentralização administrativa se apresenta de três formas. Pode ser territorial ou geográficapor serviços, funcional ou técnica e por colaboração.
descentralização territorial ou geográfica é a que se verifica quando uma entidade local, geograficamente delimitada, é dotada de personalidade jurídica própria, de direito público, com capacidade jurídica própria e com a capacidade legislativa (quando existente) subordinada a normas emanadas do poder central.
No Brasil, podem ser incluídos nessa modalidade de descentralização os territórios federais, embora na atualidade não existam.
descentralização por serviços, funcional ou técnica é a que se verifica quando o poder público (União, Estados, Distrito Federal ou Município) por meio de uma lei cria uma pessoa jurídica de direito público – autarquia e a ela atribui a titularidade (não a plena, mas a decorrente de lei) e a execução de serviço público descentralizado.
Doutrina minoritária permite, ignorando o DL 200/67, a transferência da titularidade legal e da execução de serviço público a pessoa jurídica de direito privado. Essa classificação permitiria no Brasil a transferência da titularidade legal e da execução dos serviços às sociedades de economia mista e às empresas públicas.
Na descentralização por serviços, o ente descentralizado passa a deter a "titularidade" e a execução do serviço nos termos da lei não devendo e não podendo sofrer interferências indevidas por parte do ente que lhe deu vida. Deve pois, desempenhar o seu mister da melhor forma e de acordo com a estrita demarcação legal.
descentralização por colaboração é a que se verifica quando por meio de contrato (concessão de serviço público) ou de ato administrativo unilateral (permissão de serviço público), se transfere a execução de determinado serviço público a pessoa jurídica de direito privado, previamente existente, conservando o poder público, in totum, a titularidade do serviço, o que permite ao ente público dispor do serviço de acordo com o interesse público.
Feitas as distinções concernentes ao tema, vale recordar que a descentralização não se confunde com adesconcentração.
A desconcentração é procedimento eminentemente interno, significando, tão somente, a substituição de umórgão por dois ou mais com o objetivo de acelerar a prestação do serviço. Na desconcentração o serviço era centralizado e continuou centralizado, pois que a substituição se processou apenas internamente.
Na desconcentração, as atribuições administrativas são outorgadas aos vários órgãos que compões a hierarquia, criando-se uma relação de coordenação e subordinação entre um e outros. Isso é feito com o intuito de desafogar, ou seja, desconcentrar, tirar do centro um grande volume de atribuições para permitir o seu mais adequado e racional desempenho.
Fonte: 
http://jus.uol.com.br/revista/texto/334/centralizacao-e-descentralizacao-da-administracao-publica

sábado, 25 de junho de 2011

Festival do Pastel...

Recheio de carne + batata
Visitas em casa...
Nada melhor do que algo prático e que todos gostam..
Então compramos a massa pronta e preparamos pastéis... de carne e de "pizza" - queijo, presunto, tomate e orégano...sucesso certo...

Recheio de pizza


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Aprender verbos cantando .. Achei FANTASTIC.....já decorei!!

AGORA EU APENDENDO!!


MÚSICA PARA APRENDER VERBOS


"MÚSICA PARA APRENDER "VERBOS'...escrito em :19-08-87 por: Maria Aparecida de Oliveira- Curitiba Pr.
MÚSICA PARA APRENDER "VERBOS"...
texto de Maria Aparecida de Oliveira
escrito em:19-08-87-Curitiba Pr.

Tempos do Modo Indicativo:a)Presente do Indicativo
b)Pretérito Perfeito
c)Pretérito Imperfeito
d) melodia: Terezinha de Jesus...

No Presente do Indicativo...
eu uso "agora" e nunca erro...
no Perfeito do Indicativo...
eu uso "ontem" e nunca erro...
no Imperfeito do Indicativo
eu uso "Há muito tempo " e nunca erro!
"agora", "ontem" e "Há muito tempo"
uso antes de: eu, tu, ele,
e...também de nós, vós eles...
pra falar corretamente...

"Mais que Perfeito do Indicativo"
(pode ser dado em forma de poesia)


É um tempo, bem sabido...
todos os verbos...que terminam em ( ar )
terminam também em :( ara), ( aras ), ( ara )
eu tu ele
áramos nós, ou nós áramos
vós areis e eles aram
todas essas palavrinhas...
caem sempre no final...
Todos os verbos que terminam em :( er )
finalizam, também em :( era, eras, era,
eu tu ele
"êramos".nós, ou nós êramos...
vós êreis ou nós êramos...
Todos os verbos que terminam em :( ir)
no Mais-que-perfeito, eu conjugo assim :
aprendo bem os "pedacinhos"...
que devo colocar no fim...
olhe só que belo exemplo...
que receita fabulosa!
para ( eu ) ( tu ) ( ele )
ira iras ira
íramos nós ou nós íramos
vós íreis e eles íram
TODOS OS VERBOS QUE TERMINAM EM: ( ir )
no Mais-que-Perfeito, eu conjugo assim...
aprendo bem os "pedacinhos"...
que devo colocar no fim...
olhe só que belo exemplo...
que "receita" fabulosa...
para ( eu ), iso ira
para ( tu ), uso iras
para ( ele ), uso ira
íramos nós ou nós íramos
vós íreis e elels íram
vejam só que maravilha...
aprendi a conjugar...
todos os verbos nesse "tempo",
pra melhor saber falar!

"FUTURO DO PRESENTE"

No futuro do presente
observo o "finalzinho"...
dos verbos conjugados...
que faço todos assim:
coloco o pronome e o verbo
e esses "pedacinhos", no fim...
"rei" "rás" "rá" "remos" "reis" "rão"
eu tu ele nós vós eles
Não me esqueço de usar...
a palavra: "amanhã"
antes de : "eu" "tu" "ele"
e também de: "nós" "vós" "eles"
pra acertar todos enfim...
pra falar corretamente...
preciso saber bem os verbos...
sou aluno aplicado ...
e aprendo de bom grado!
vejam que maravilha...
aprendi a conjugar
todos os verbos nesse tempo...
pra melhorar o meu falar!

FUTURO DO PRESENTE DO INDICATIVO

No futuro do presente...
observo o "finalzinho"...
dos verbos conjugados
que faço todos assim:
coloco os pronomes e o verbo...
e esses "pedacinhos" no fim...
( rei ) ( rás ) ( rá )
eu tu ele
( remos ) ( reis ) ( rão )
nós vós eles
Não esqueço de usar...
a palavra "amanhã"...
antes de "eu", "tu", "ele"
e também de: "nós", "vós", "eles"
pra acertar todos, enfím!
Pra falar e escrever corretamente...
preciso saber bem os verbos...
sou aluno aplicado
e...aprendo de bom grado!


RESUMINDO MEUS COLEGAS...
tudo que aprendi e ouvi...
no ' Mais-quePerfeito"...
eu uso "outrora" e nunca erro...
N Futuro do Presente, eu uso "amanhã",
e nunca erro!
No Futuro do Pretérito...
eu uso "Se eu pudesse..."
e nunca erro...
"Outrora", "amanhã" e "Se eu pudesse"
uso antes de: "eu", "tu", "ele"
e também de :"nós", "vós", "eles"
pra falar corretamente...
E, no MODO SUBJUNTIVO...
lembro que só tem três tempos sómente:
"PRESENTE", "IMPERFEITO" e, FUTURO...
"QUE TAMBÉM PRECISAM DE PALAVRAS DIFERENTES...
NO PRESENTE (antes dos pronomes :eu, tu, ele, nós, vós, eles...
DIZER: "É PRECISO QUE..." VAMOS VER ESSE EXEMPLO:
"é preciso que ...eu veja
..........................tu vejas
...........................ele veja
............................nós vejamos
............................vós vejais
.............................eles vejam
NO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO...
"Se..."eu visse
........tu visses
........ele visse
........nós víssemos
........vós vísseis
.......eles víssem

NO FUTURO DO SUBJUNTIVO..
"Quando'... eu vir
.................tu vires
..................ele vir
..................nós virmos
...................vós virdes
...................eles virem.
NOTA: NESSA ÉPOCA...
os meus alunos amavam
aprender os verbos através da música...
e também da poesia...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Dicas para os alimentos ficarem mais saudáveis e mais bonitos também.

Legumes cozidos com cores vivas
Quando os legumes estiverem cozidos, retire do fogo, escorra-os e coloque-os numa tigela com gelo, os legumes resfriarão por igual.
Dessa forma interrompemos o cozimento deixando-os no ponto certo e suas cores ressaltadas.

Alimentos que não se deve congelar
Se você quiser preparar alimentos para congelar, aqui estão alguns que não se deve congelar: batatas cozidas, carne seca, conservas, creme e pudins que levem amido de milho em seu preparo (eles soltam água quando descongelados), gelatina (talha ao ser descongelada) e maionese.

Extrato de tomateVocê já calculou o tanto de extrato de tomate que vai par o lixo? Você usa um pouquinho, o que sobra volta para a geladeira e depois de poucos dias: lixo! A solução é congelar. Depois, corte a caixinha com uma tesoura de cozinha e retire o extrato congelado. Embrulhe em filme plástico e volte ao freezer. No momento de utilizar, retire o extrato do freezer e corte a porção desejada. O restante volte ao congelador, onde pode ficar guardado por até 3 meses. Um pouco de economia não faz mal a ninguém!
Secando salsinhaA salsinha é uma erva multiuso. Ela dá sabor e decora os mais variados pratos. Para usa-la salpicada, primeiro é preciso seca-la muito bem. Para isso, lave bem o maço de salsinha e retire as folhas dos cabos, que não serão utilizados. Seque as folhinhas com papel-toalha e, sobre uma tábua, pique muito bem. Em seguida, coloque num pano de prato limpo e torça bem para que todo o líquido se desprenda. Quanto mais seca ficar a salsinha, melhor a apresentação do prato
Não é a toa que pessoas idosas, doentes, mulheres grávidas e crianças devem evitar comer ovos crus ou pratos que os contenham. São mais vulneráveis aos riscos da salmonela. E ovo estragado é perigo na certa. O primeiro cuidado que devemos tomar é sempre checar a data de validade. Mas, nem sempre isso é garantia de bons ovos. Para ter certeza de sua qualidade, coloque o ovo dentro de um copo com água. Quanto mais velho, mais leve é o ovo. O ovo fresco é pesado devido ao maior volume de água e portando deverá ficar no fundo do copo. Se o ovo não é fresco, a bolsa de ar se expande fazendo o ovo boiar na água, com a ponta voltada para baixo. Se o ovo estiver muito velho, ou estragado, ele irá boiar na superfície da água e portanto não se atreva a usar este ovo! A bactéria salmonela pode entrar nos ovos através de rachaduras na casca, portanto só compre ovos limpos e perfeitos. E sempre lave as mãos antes e depois de pegar na casca dos ovos.



segunda-feira, 20 de junho de 2011

Bom Dia meu POVO!!

Semana passada estava em meu cronograma o estudo de verbos, confesso que tentei, mas tenho uma incrível resistência a esse assunto. Li apostila, mas parti msm para as aulas do Marcelo Bernado... deu uma aliviada.. mas ainda acho que preciso aprimorar o assunto. Sempre procuro resuminhos de fixação... vcs já devem ter percebido, eles são ótimas pedidas para uma revisão rápida... e rasteira..vamos lá então:





FORMAÇÃO DOS TEMPOS VERBAIS


A formação dos tempos verbais apresenta a seguinte divisão:

Tempos primitivos;

Tempos derivados.

São tempos primitivos o presente do indicativo, o pretérito perfeito do indicativo e o infinitivo impessoal.

O presente do indicativo dá origem ao presente do subjuntivo, pretérito imperfeito do indicativo e imperativo.

FORMAÇÃO DO PRESENTE DO SUBJUNTIVO

Verbo CANTAR


FORMAÇÃO DO IMPERATIVO

O imperativo afirmativo é formado pela 2ª pessoa do singular (tu) e pela 2ª pessoa do plural (vós) do presente do indicativo sem o S final. Você, nós e vocês são tirados do presente do subjuntivo, sem nenhuma alteração.

Verbo CANTAR

FORMAÇÃO DO IMPERATIVO AFIRMATIVO


FORMAÇÃO DO IMPERATIVO NEGATIVO

O imperativo negativo corresponde as cinco pessoas do presente do subjuntivo, sem nenhuma alteração.


No modo imperativo não faz sentido usar a 3ª pessoa (ele/eles), pois uma ordem, um pedido, um conselho só se aplicam diretamente à pessoa com quem se fala.

E, como todos sabem, a 3ª pessoa é aquela de quem se fala.

As formas verbais correspondentes a você/vocês referem-se à 2ª pessoa do discurso.

FORMAÇÃO DO PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO – FUTURO DO SUBJUNTIVO – PRETÉRITO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO

O pretérito perfeito do indicativo dá origem a três tempos, a partir da 3ª pessoa do plural:

Pretérito mais-que-perfeito;

Futuro do subjuntivo;

Pretérito imperfeito do subjuntivo.

Vejamos um exemplo:

Verbo VENDER

Pretérito perfeito


PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO


Futuro do subjuntivo   (-am)


Pretérito imperfeito do subjuntivo (-ram)


INFINITIVO IMPESSOAL

É aquele que não se refere a nenhuma pessoa gramatical, isto é, não tem sujeito.

Exemplo:

Correr faz bem à saúde.

O infinitivo impessoal dá origem aos seguintes tempos verbais:

Futuro do presente do indicativo;

Futuro do pretérito do indicativo;

Infinitivo pessoal.

FUTURO DO PRESENTE DO INDICATIVO

Forma-se acrescentando, ao infinitivo impessoal, as desinências características.

Verbo CORRER


FUTURO DO PRETÉRITO DO INDICATIVO

É formado do mesmo modo que o futuro do presente.

Verbo ESTUDAR


INFINITIVO PESSOAL

É aquele que possui um sujeito definido.

Exemplo:

É necessário estudarmos para o vestibular.

Verbo ESTUDAR


Exercícios de fixação

Dê as formas pedidas dos seguintes verbos:

BEBER – 2ª pessoa do plural do imperativo afirmativo.

A 2ª pessoa do plural do imperativo afirmativo é formada a partir da 2ª pessoa do plural do presente do indicativo sem o S. Veja:

Bebei vós.

ESTUDAR – 1ª pessoa do plural do pretérito mais-que-perfeito.

1ª pessoa do plural do pretérito mais-que-perfeito, assim como as outras pessoas, é formada a partir da 3ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo.

Veja:

Nós estudáramos.

(FEI-SP) – Com relação à frase: “Todos perceberam que João Fanhoso dera rebate falso”.  Responda:

a) Em que tempo está à forma verbal dera?

A forma verbal dera pertence ao pretérito mais-que-perfeito.

b) Como se justifica o seu emprego?

O pretérito mais-que-perfeito indica um fato passado a outro também passado. “Dera” aconteceu antes de “perceberam
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