quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Concurso da ALES , plagiando Boris Casoy - É UMA VERGONHA!!!

Cursinho quer impugnar concurso da Assembleia Legislativa

Deputados disseram que a intenção ao exigir experiência é filtrar o candidato privilegiando servidores comissionados da própria Casa

Letícia Cardoso - Rádio CBN Vitória 93,5 FM

Nem bem foi divulgado, o edital do concurso público da Assembleia Legislativa já sofre reclamações. Nesta terça-feira (02), a direção do Centro de Evolução Profissional (CEP), um curso preparatório para concurso, comunicou que vai ingressar com um pedido de impugnação do edital em decorrência de supostas irregularidades. A principal delas é a exigência de experiência mínima de dois anos para cargos de nível médio.

Segundo a coordenadora do cursinho, Ivone Goldner, vários alunos procuraram a direção da unidade para reclamar das regras do edital. Ela afirmou que exigir experiência de uma função de nível médio fere o princípio da competitividade de um concurso público.

"Esse edital é lastimável. Ele fere o princípio da isonomia e da competitividade. Concurso público é competição. Quando se colocam exigências restritivas, você fere a competição. Eu quero acreditar que esses equívocos serão corrigidos. Não é possível que esse edital siga a diante da maneira como está", afirmou Ivone.

Nesta terça-feira (02) o edital era o assunto mais comentado nos bastidores da Assembleia, inclusive por parlamentares. Alguns chegaram a citar que a intenção por trás dessa exigência é filtrar o candidato no momento da avaliação de experiência, privilegiando com isso funcionários comissionados da própria Casa que deverão participar do processo.

Por nota, o presidente da comissão executora do concurso público da Assembleia, deputado estadual Roberto Carlos (PT), afirmou que o requisito de experiência, assim como a contabilização de pontos por tempo de serviço não ferem a lei, tanto que vêm sendo cobrados em concursos de instituições como o Tribunal de Justiça do Estado e a Universidade Federal do Espírito Santo.

O objetivo da cobrança de experiência, ressalta o parlamentar, é garantir maior profissionalização do quadro administrativo da Assembleia e, consequentemente, a melhora do serviço prestado à sociedade. Roberto Carlos destacou ainda que o edital não privilegia pessoas que atuam ou já atuaram no serviço público, pois é válido para experiência profissional tanto no setor público quanto privado.

A assessoria de imprensa do Cespe UNB, responsável pela realização do concurso, comunicou que a definição de exigências para o cargo disputado é da própria instituição que abriu o processo seletivo, ou seja, da Assembleia Legislativa. A entidade destacou ainda que a elaboração do edital se deu conforme as exigências da Assembleia. Qualquer tipo de modificação nas regras do concurso é de responsabilidade da Assembleia.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/08/cursos_e_concursos/922027-cursinho-quer-impugnar-concurso-da-assembleia-legislativa.html

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